EU QUERO UM MUNDO DIFERENTE
Nesta semana um homem foi executado por fuzilamento nos EUA como pena por ter cometido duplo homicídio. Cada vez que algo assim acontece reascende-se a discussão sobre a validade ou não da pena de morte como forma de conter a violência crescente na sociedade. Afinal, onde vamos parar ?
Parece-me que nem os investimentos em educação, nem o progresso tecnológico
tem apresentado uma solução a altura para esta avalanche de violência.
Nós cristãos precisamos trazer para nós a responsabilidade de apresentarmos ao mundo uma solução definitiva para este mal que assola a nossa sociedade. Não podemos continuar vivendo como se estivéssemos em uma bolha imune destas
situações. O álcool, as drogas, a miséria potencializam aquilo que está no interior das pessoas levando-as a externar das formas mais cruéis os seus sentimentos.
Quando nos defrontamos com fatos que são notícia nos telejornais somos levados a indignação, a revolta, desejo de justiça, no entanto esquecemos que estas coisas
precisam ser combatidas através da expansão do evangelho e isto só acontecerá através da igreja, afinal, é na igreja que se desenvolvem relacionamentos segundo a vontade de Deus, relacionamentos que transformam. Na medida em que vivemos de uma forma diferente criamos um parâmetro para a nossa sociedade,
levamos as pessoas a refletirem sobre o modo como estão vivendo, somos luz em meio às trevas (Mateus 5:14). Cada vez que como igreja deixamos de ser referência negamos ao mundo a possibilidade de serem confrontados com o ideal de vida que Deus estabeleceu (Mateus 6:23).
Nossa insatisfação deve ir além de um discurso filosófico, da defesa de convicções religiosas, nossa indignação deve ser fruto de um inconformismo conosco mesmos, e quer queiramos ou não admitir estávamos no mesmo caminho daqueles que hoje são alvos da nossa revolta (Efésios 2:1-10).
Deseje um mundo diferente, ouse ser diferente.
Pr. Osvaldo Moreira Filho
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